“Não temas quando alguém se enriquecer, quando a glória de sua casa se exalta.”
— Salmos 49:16 (Almeida Atualizada Livre)
1Escutem isto, todos os povos; atentem, todos os moradores da terra.
2Tanto os de baixa estirpe quanto os de alta, tanto os ricos quanto os pobres, todos juntos.
3A minha boca falará sabedoria, e a meditação do meu coração terá pensamentos justos.
4Inclinarei os meus ouvidos a uma parábola; decifrarei meu enigma ao som da harpa.
5Por que eu hei de temer nos dias da tribulação, quando a iniquidade dos que me cercam me salteia?
6Aqueles que confiam em suas posses e se vangloriam de suas muitas riquezas
7Nenhum deles pode, de maneira alguma, redimir seu irmão ou pagar a Deus o preço do seu resgate.
8(Pois o resgate de sua alma é extremamente valioso e a tentativa cessará para sempre.)
9Para que continue a viver perpetuamente e não veja a cova;
10Porque ele percebe que os sábios morrem, e que tanto o insensato como o irracional perecem, e deixam a outros as suas riquezas.
11O pensamento deles é que suas casas serão perpétuas e suas moradas, de geração em geração; dão os seus próprios nomes às suas propriedades.
12Mas o homem que se encontra em honra não persiste; é como os animais que perecem.
13Este caminho deles é insensatez; no entanto, a sua descendência aprova o que dizem. (Selá)
14Como ovelhas são levadas ao sepulcro; a morte é o seu pastor; eles descem diretamente para a cova, onde a sua beleza se consumirá; o sepulcro é o lugar que habitam.
15Mas Deus resgatará a minha alma do poder da morte, pois ele me acolherá (Selá).
16Não temas quando alguém se enriquecer, quando a glória de sua casa se exalta.
17Pois, ao morrer, nada levará consigo, nem a sua glória o seguirá.
18Ainda que durante a sua vida ele se glorifique, e os homens o elogiem quando ele fizer o bem a si mesmo.
19Irá para a geração de seus pais, os quais nunca verão a luz.
20O homem que ocupa um cargo de honra, mas carece de entendimento, é, antes, como os animais que perecem.
Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.