“As palavras da sua boca são malícia e engano; ele repudiou o discernimento e a prática do bem.”
— Salmos 36:3 (Almeida Atualizada Livre)
1A transgressão do ímpio ressoa no íntimo de seu coração; não há temor de Deus diante de seus olhos.
2Porque em seu próprio olhar ele se engana; a sua iniquidade é tida como desprezível
3As palavras da sua boca são malícia e engano; ele repudiou o discernimento e a prática do bem.
4Projeta a perversidade em sua cama; posiciona-se no caminho que não é bom; não se afasta do mal.
5A tua misericórdia, Senhor, alcança os céus, e a tua fidelidade se estende até as mais altas nuvens.
6A tua justiça é como as montanhas de Deus; os teus juízos são como um abismo profundo. Tu, SENHOR, preservas os homens e os animais.
7Quão preciosa, ó Deus, é a tua benignidade! Por isso, os filhos dos homens se refugiam à sombra das tuas asas.
8Eles se fartarão da abundância da tua casa, e na torrente das tuas delícias lhes darás de beber.
9Porque em ti se encontra o manancial da vida; na tua luz, vemos a luz.
10Estende a tua benignidade aos que te conhecem e a tua justiça aos retos de coração.
11Não me pisoteie o pé dos arrogantes nem me afaste a mão dos ímpios.
12Ali caem os que praticam a iniquidade; estão derrubados e não conseguem se levantar.
Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.