Salmos 35:11

Almeida Atualizada Livre

Testemunhas iníquas se levantam e apresentam contra mim coisas que eu não conheço.

— Salmos 35:11 (Almeida Atualizada Livre)

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Contexto — Salmos 35

1Senhor, dispõe-te a combater aqueles que me enfrentam; luta contra os que pelejam contra mim.

2Abraça o escudo e o broquel e levanta-te em meu socorro.

3Empunha a lança e bloqueia o caminho dos que me perseguem; dize à minha alma: Eu sou a tua salvação.

4Sejam confundidos e envergonhados os que procuram tirar minha vida; voltem atrás e sejam cobertos de vexame os que tramam o mal contra mim.

5Sejam como a palha levada pelo vento, que o anjo do Senhor os empurre.

6Seja o caminho deles tenebroso e escorregadio, e que o anjo do Senhor os persiga.

7Porque sem causa me tramaram laços, abriram uma cova para a minha vida, a qual ocultaram.

8Sobrevenha-lhe a destruição quando menos esperar, que a rede que ele ocultamente armou o prenda, e que ele caia na sua própria ruína.

9E a minha alma se regozijará no Senhor e se deleitará na sua salvação.

10Todos os meus ossos dirão: Senhor, quem é como Tu, que livras o aflito daquele que é mais forte do que ele, o mísero e o necessitado dos seus extorsores?

11Testemunhas iníquas se levantam e apresentam contra mim coisas que eu não conheço.

12Fizeram-me o mal em retribuição do bem, o que é desolador para a minha alma.

13Mas, quanto a mim, quando estavam enfermos, eu vestia pano de saco; afligia minha alma com jejum e minha oração se voltava para o meu peito.

14Eu me comportava como se eles fossem meus amigos ou meus irmãos; andava curvado, de luto, como quem chora por sua mãe.

15Mas eles se alegravam com a minha queda e se reuniam; os insensatos se agrupavam contra mim, e eu não sabia; dilaceravam-me sem descanso.

16Como bufões zombadores em festins, rangiam os dentes contra mim.

17Senhor, até quando ficarás olhando? Liberta a minha alma das suas violências e a minha vida dos leões.

18Louvar-te-ei na grande congregação; entre a multidão poderosa, te glorificarei.

19Não se alegrem de mim os meus inimigos sem causa, nem pisquem os olhos aqueles que me odeiam sem motivo.

20Pois não falam de paz; ao contrário, tramam enganar os pacíficos da terra.

21Abrem amplamente a boca contra mim e dizem: Pegamos! Pegamos! Nossos próprios olhos o viram.

22Senhor, Tu o viste; não te emudeças, Senhor, não te afastes de mim.

23Desperta e levanta-te para fazeres justiça à minha causa, meu Deus e Senhor

24Julga-me, Senhor, meu Deus, segundo a tua justiça; e não permitas que se regozijem a meu respeito.

25Não digam em seus corações: "Agora, sim! Cumpriu-se o nosso desejo! Não digam: 'Demos cabo dele!'"

26Sejam envergonhados e juntos confundidos os que se alegram com o meu mal; cubram-se de pejo e ignomínia os que se exaltam contra mim.

27Cantem de júbilo e se alegrem os que amam a minha justiça e digam constantemente: "Glorificado seja o Senhor, que se alegra com a prosperidade do seu servo!"

28A minha língua celebrará a tua justiça e o teu louvor durante todo o dia.

Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.