“Os nossos ossos estão espalhados à beira da sepultura, como se a terra estivesse sendo lavrada e sulcada”
— Salmos 141:7 (Almeida Atualizada Livre)
1Senhor, a ti clamo, apressa-te em me ouvir; inclina os teus ouvidos à minha voz, quando eu te invocar.
2Que a minha oração se eleve a Ti como incenso, e as minhas mãos levantadas sejam como uma oferta vespertina.
3Senhor, estabelece uma guarda à minha boca; vigia a porta dos meus lábios.
4Não permita que meu coração se incline para o mal, para a prática de obras perversas na companhia dos que praticam a iniquidade; e não me deixes comer das suas iguarias.
5Fira-me o justo; isso será mercê; se me repreender, será como óleo precioso que não rejeitarei; pois continuarei a orar nas suas calamidades.
6Quando os seus juízes forem lançados penha abaixo, ouvirão as minhas palavras, pois são agradáveis.
7Os nossos ossos estão espalhados à beira da sepultura, como se a terra estivesse sendo lavrada e sulcada
8Mas os meus olhos estão fixos em ti, ó Senhor Deus; em ti confio; não me deixes desamparado
9Protege-me dos laços que me prepararam e das ciladas dos que praticam a iniquidade.
10Caiam os ímpios nas suas próprias redes enquanto eu, por outro lado, me salvo incólume.
Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.