Provérbios 27:2

Almeida Atualizada Livre

Que outro te louve e não a tua boca; um estranho e não os teus lábios.

— Provérbios 27:2 (Almeida Atualizada Livre)

Facebook Ler o capítulo
Contexto — Provérbios 27

1Não se glorie do dia de amanhã, pois você não sabe o que o futuro revelará

2Que outro te louve e não a tua boca; um estranho e não os teus lábios.

3Pesada é a pedra, e a areia é uma carga; mas a ira do insensato é mais pesada do que ambas.

4Cruel é a fúria, e impetuosa é a ira; mas quem pode resistir à inveja?

5Melhor é a repreensão direta do que o amor encoberto.

6Fiéis são as feridas causadas por quem ama, mas os beijos de quem odeia são enganosos.

7A alma saciada despreza o favo de mel, mas a alma faminta considera doce até o que é amargo.

8Como um pássaro que se afasta do seu ninho, assim é o homem que se desvia de sua morada.

9O óleo e o perfume alegram o coração; assim, o conselho cordial de um amigo traz doçura à alma.

10Não abandone seu amigo, nem o amigo de seu pai, e não entre na casa do seu irmão no dia da sua adversidade; é melhor ter um vizinho ao seu lado do que um irmão distante.

11Sê sábio, meu filho, e alegra o meu coração, para que eu possa responder àqueles que me afrontam.

12O prudente vê o mal e se retira, mas os ingênuos prosseguem e enfrentam as consequências.

13Se alguém se torna fiador de um estranho, tome-lhe a roupa como garantia; e penhore-o por causa de uma mulher estranha.

14Aquele que saúda seu vizinho em alta voz pela manhã, logo é considerado como alguém que o amaldiçoa.

15O gotejar constante em dia de grande chuva e a mulher contenciosa são semelhantes.

16Aquele que a oculta é como quem oculta o vento; o óleo de sua mão clama por liberdade.

17Assim como o ferro afia o ferro, assim o homem aperfeiçoa o caráter do seu amigo.

18Quem cuida da figueira comerá do seu fruto; e quem zela por seu senhor será honrado.

19Assim como o rosto se reflete na água, assim o coração do homem revela o de outro homem.

20Assim como o inferno e o abismo nunca se fartam, assim os olhos do homem nunca se satisfazem.

21Como o crisol prova a prata e o forno prova o ouro, assim o homem é testado pelos louvores que recebe.

22Ainda que você esmague o insensato em um pilão com grãos de cevada, não se afastará dele a sua estultícia.

23Conheça bem o estado das suas ovelhas e zele pelo seu rebanho.

24Porque as riquezas não perduram para sempre, nem a coroa permanece de geração em geração.

25Quando, removido o feno, aparecerem os renovos e se recolherem as ervas das montanhas

26Os cordeiros te fornecerão as vestes, e os bodes, o preço do campo.

27Terás leite de cabras em abundância para o teu alimento, o alimento da tua casa e o sustento das tuas servas.

Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.