Provérbios 26:13

Almeida Atualizada Livre

O preguiçoso diz: "Um leão está no caminho! Um leão está nas ruas!"

— Provérbios 26:13 (Almeida Atualizada Livre)

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Contexto — Provérbios 26

1Como a neve no verão e como a chuva na ceifa, assim, a honra não convém ao insensato.

2Como o pássaro que vagueia, e como a andorinha que voa, assim a maldição sem causa não se cumprirá.

3O açoite é para o cavalo, o freio para o jumento, e a vara é para as costas dos insensatos.

4Não responda ao insensato conforme sua estultícia, para que você não se torne semelhante a ele.

5Responda ao insensato conforme a sua própria insensatez para que não se considere sábio aos seus próprios olhos.

6Quem corta os pés e bebe o dano é aquele que envia mensagens pela mão de um insensato.

7Como as pernas do coxo, que estão frouxas, assim é o provérbio na boca dos insensatos.

8Como o que ata uma pedra na funda, assim é aquele que concede honra ao insensato.

9Como um espinho que fere a mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos insensatos.

10O Grande, que formou todas as coisas, dá a recompensa ao insensato e aos transgressores.

11Como o cão que retorna ao seu vômito, assim é o insensato que reitera sua estultícia.

12Você já viu um homem que se julga sábio a seus próprios olhos? Há mais esperança para um insensato do que para ele.

13O preguiçoso diz: "Um leão está no caminho! Um leão está nas ruas!"

14Como a porta se revolve em seus gonzos, assim o preguiçoso na sua cama.

15O preguiçoso põe a mão no prato e não tem disposição para levá-la à boca.

16O preguiçoso se considera mais sábio aos seus próprios olhos do que sete homens que sabem responder de forma adequada.

17Aquele que se intromete em uma disputa alheia é como aquele que agarra um cão pelas orelhas.

18Como o insensato que lança fogo, flechas e morte.

19Assim é o homem que engana o seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.

20Onde não há lenha, o fogo se apaga e, na falta de quem murmura, a contenda se encerra.

21Como o carvão é para as brasas e a lenha para o fogo, assim é o homem contencioso para acirrar rixas.

22As palavras do maldizente são como uma iguaria que desce ao mais profundo do ventre.

23Como um vaso de barro revestido de escória de prata, assim são os lábios amorosos e o coração maligno.

24Aquele que odeia dissimula com os lábios, mas no fundo encobre o engano

25Quando ele te falar suavemente, não confie nele, porque há sete abominações em seu coração.

26O ódio que se oculta sob o engano será revelado publicamente na assembleia.

27Aquele que cavar uma cova nela cairá; e a pedra que revolve voltará sobre ele.

28A língua falsa aborrece aqueles que feriu, e a boca lisonjeira é causa de ruína.

Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.