Provérbios 1:28

Almeida Atualizada Livre

Então, clamarão a mim, mas eu não responderei; procurar-me-ão de manhã, mas não me encontrarão

— Provérbios 1:28 (Almeida Atualizada Livre)

Facebook Ler o capítulo
Contexto — Provérbios 1

1Provérbios de Salomão, filho de Davi, o rei de Israel.

2Para aprender a sabedoria e a instrução; para compreender as palavras da prudência;

3Para receber o ensino do bom proceder, a justiça, o juízo e a equidade;

4Para conceder aos inexperientes prudência e aos jovens, conhecimento e bom senso

5O sábio ouvirá e crescerá em prudência; e o instruído adquirirá habilidade.

6Para compreender os provérbios e parábolas, as explicações, assim como as palavras e os enigmas dos sábios.

7O temor do Senhor é o princípio do conhecimento, mas os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução.

8Filho meu, ouça o ensino de seu pai e não abandone a instrução de sua mãe.

9Porque serão um diadema de graça para a sua cabeça e colares adornando o seu pescoço.

10Meu filho, se os pecadores tentarem seduzi-lo, não consinta.

11Se disserem: Vem conosco; embosquemo-nos para derramar sangue; espreitemos, sem motivo, o inocente.

12Traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova;

13Encontraremos toda sorte de riquezas preciosas; encheremos nossas casas de despojos.

14Lança a tua sorte entre nós; teremos todos uma só bolsa.

15Filho meu, não te associes a eles; guarda os teus pés das suas veredas.

16Porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue.

17Na verdade, é em vão que a rede é estendida à vista de todas as aves.

18Mas eles armam emboscadas contra o próprio sangue e espreitam a vida de seus semelhantes.

19Assim são os caminhos de todos os que se entregam à ganância; esse espírito de avareza tira a vida daqueles que o possuem.

20A sabedoria clama em alta voz nas ruas; ela levanta sua voz nas praças.

21Nas encruzilhadas, onde há agitação, clama; às entradas das portas da cidade, expressa suas palavras.

22Até quando, ó ingênuos, amareis a tolice? E vós, escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós, insensatos, aborrecereis o conhecimento?

23Voltai-vos para a minha repreensão; eis que derramarei abundantemente meu espírito sobre vós e vos farei conhecer as minhas palavras.

24Porquanto clamei, e vós recusastes; estendi a minha mão, e não houve quem atendesse;

25Mas rejeitastes todo o meu conselho e não quisestes a minha repreensão.

26Também eu me rirei da vossa desventura e zombarei quando o vosso terror chegar.

27Quando o vosso temor chegar como uma tempestade, e a vossa destruição se aproximar como um redemoinho, a aflição e a angústia virão sobre vós.

28Então, clamarão a mim, mas eu não responderei; procurar-me-ão de manhã, mas não me encontrarão

29Porque rejeitaram o conhecimento e não optaram pelo temor do Senhor.

30Não quiseram o meu conselho e desprezaram toda a minha repreensão.

31Assim, colherão o fruto de suas obras e se fartarão dos seus próprios conselhos.

32Porque a complacência dos ingênuos os mata, e a segurança dos insensatos os conduz à perdição.

33Mas o que me ouvir habitará seguro, tranquilo e sem temor do mal.

Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.