“E, quando estiverem orando, perdoem, se tiverem algo contra alguém, para que o Pai de vocês, que está nos céus, perdoe suas ofensas.”
— Marcos 11:25 (Almeida Atualizada Livre)
1Quando se aproximavam de Jerusalém, perto de Betfagé e Betânia, junto ao monte das Oliveiras, Jesus enviou dois de seus discípulos.
2Ide à aldeia que está diante de vós; ao entrardes, encontrareis preso um jumentinho, no qual ainda ninguém montou; soltai-o e trazei-o.
3Se alguém lhes perguntar: "Por que vós fazeis isso? dizei que o Senhor precisa dele e logo o devolverá para aqui.
4Encontraram o jumentinho preso, junto ao portão, fora da rua, e o desprenderam.
5E alguns dos que estavam ali disseram: Que fazeis, soltando o jumentinho?
6Eles, porém, disseram a eles o que Jesus havia ordenado, e então os deixaram ir.
7E trouxeram o jumentinho a Jesus, e colocaram sobre ele os seus vestidos, e Jesus montou sobre ele.
8Muitos estendiam suas vestes no caminho, e outros cortavam ramos dos campos e os espalhavam pelo trajeto.
9E aqueles que iam à frente dele, assim como os que o seguiam, clamavam: Hosana! Bendito aquele que vem em nome do Senhor!
10Bendito o reino que vem, o reino de nosso pai Davi! Hosana nas maiores alturas!
11E Jesus entrou em Jerusalém, no templo, e, ao observar tudo ao seu redor, como já era tarde, saiu para Betânia com os doze.
12No dia seguinte, ao sair de Betânia, teve fome.
13E, ao avistar de longe uma figueira coberta de folhas, foi observar se encontraria alguma coisa nela; ao se aproximar, não encontrou nada senão folhas, pois não era tempo de figos.
14E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais alguém coma fruto de ti para sempre. E os seus discípulos ouviram isso.
15E chegaram a Jerusalém; e, ao entrar no templo, Jesus começou a expulsar os que ali vendiam e compravam; e derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.
16E não permitia que alguém conduzisse qualquer utensílio pelo templo.
17E os ensinava, dizendo: Não está escrito: A minha casa será chamada casa de oração para todas as nações? Mas vocês a transformaram em covil de salteadores.
18E os escribas e os principais sacerdotes, ouvindo isso, procuravam uma oportunidade para tirar-lhe a vida, pois o temiam, porque toda a multidão se impressionava com a sua doutrina.
19E, já tendo se feito tarde, saíram da cidade.
20E, ao passarem pela manhã, viram que a figueira secara desde a raiz.
21Pedro, lembrando-se, disse: "Veja, a figueira que o Senhor amaldiçoou secou."
22Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus;
23Em verdade, eu lhes digo que, se alguém disser a este monte: Levante-se e lance-se ao mar, e não duvidar em seu coração, mas acreditar que se realizará o que diz, assim lhe será feito.
24Por isso, eu lhes digo: tudo o que vocês pedirem em oração, creiam que já receberam, e assim será com vocês.
25E, quando estiverem orando, perdoem, se tiverem algo contra alguém, para que o Pai de vocês, que está nos céus, perdoe suas ofensas.
26Mas, se vocês não perdoarem, também o Pai de vocês, que está nos céus, não perdoará as suas ofensas.
27E retornaram a Jerusalém; enquanto Ele caminhava pelo templo, os principais sacerdotes, os escribas e os anciãos se aproximaram d'Ele.
28E lhe perguntaram: Com que autoridade você faz essas coisas? E quem lhe conferiu tal autoridade para realizá-las?
29Jesus, porém, respondeu: Eu também lhes farei uma pergunta; respondam-me, e eu lhes direi com que autoridade faço estas coisas.
30Era o batismo de João do céu ou dos homens? Respondam-me!
31Eles debatendo entre si, afirmavam: Se dissermos: Do céu, ele nos perguntará: Por que não creram
32Se, porém, dissermos: dos homens, temos temor do povo, pois todos consideravam João verdadeiramente como profeta.
33E, respondendo, disseram a Jesus: Não sabemos. E Jesus, por sua vez, lhes disse: Nem eu lhes direi com que autoridade faço estas coisas.
Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.