Isaías 30:4

Almeida Atualizada Livre

Porque os príncipes de Judá estão em Zoã, e os seus embaixadores já chegaram a Hanes.

— Isaías 30:4 (Almeida Atualizada Livre)

Facebook Ler o capítulo
Contexto — Isaías 30

1Ai dos filhos rebeldes, diz o Senhor, que fazem planos que não procedem de mim e buscam uma proteção que não resulta do meu Espírito, para assim acrescentarem pecado sobre pecado!

2Que vão ao Egito, sem buscar meu conselho; para se fortalecerem com a força de Faraó e confiarem na sombra do Egito!

3Porque o refúgio do Faraó se tornará em vergonha para vocês, e a confiança na sombra do Egito em confusão.

4Porque os príncipes de Judá estão em Zoã, e os seus embaixadores já chegaram a Hanes.

5Então todos se envergonharão de um povo que nada lhes trará de valor, nem ajuda nem proveito; antes, será motivo de vergonha e de desprezo.

6Profecia contra os animais do sul. Para a terra de aflição e angústia, de onde vêm a leoa, o leão, a víbora e a serpente volante, levarão nas costas de jumentos suas riquezas e sobre as corcovas de camelos, seus tesouros, a um povo que de nada lhes aproveitará.

7Porque o Egito não traz auxílio algum; é em vão. Por isso, clamei a respeito disso: Aquietar-se é a sua força.

8Vai, portanto, escreve isso em uma tabuinha diante deles e registra em um livro, para que fique registrado para as gerações futuras, para sempre, eternamente.

9Porque este é um povo rebelde, filhos mentirosos, filhos que não querem ouvir a lei do Senhor.

10Que dizem aos videntes: “Não tenham visões”; e aos que profetizam: “Não profetizeis para nós o que é certo; falai-nos coisas agradáveis; profetizai-nos ilusões enganosas.”

11Desviai-vos do caminho, afastai-vos da trilha; não nos faleis mais do Santo de Israel.

12Por isso, assim diz o Santo de Israel: Visto que rejeitais esta palavra, confiais na opressão e na perversidade, e sobre isso vos estribais.

13Por isso, essa maldade será como a brecha de um muro alto, que já forma um abaulamento, e cuja queda ocorrerá de repente, em um instante.

14E os quebrará como se quebra o vaso do oleiro, despedaçando-os sem mostrar compaixão; nem mesmo um se encontrará entre os seus cacos para pegar fogo do lar ou tirar água da poça.

15Porque assim diz o Senhor Deus, o Santo de Israel: "Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranquilidade e na confiança, está a vossa força," mas não quisestes.

16E dizem: Não; antes fugiremos montados em cavalos; por isso, fugireis. E: Cavalgaremos em cavalos ligeiros; por isso, os vossos perseguidores também serão velozes.

17Mil homens fugirão diante da ameaça de apenas um; diante da ameaça de cinco, todos vós fugireis, até que sejais deixados como um mastro no cimo do monte e como um estandarte no outeiro.

18Por isso, o Senhor aguardará para ter misericórdia de vós, e se levantará para se compadecer de vós, porque o Senhor é um Deus de justiça; bem-aventurados todos os que nele esperam.

19Pois o povo habitará em Sião, em Jerusalém; tu não chorarás mais; certamente, ele se compadecerá de ti, à voz do teu clamor, e, ouvindo-a, te responderá.

20E o Senhor te dará pão de angústia e água de aflição; mas teus mestres não mais se esconderão de ti; ao contrário, os teus olhos verão os teus mestres.

21E os teus ouvidos ouvirão atrás de ti a palavra que diz: "Este é o caminho, anda por ele," sem te desviares nem para a direita nem para a esquerda.

22E considerarás imundas as coberturas das tuas esculturas de prata e de ouro, e lançá-las-ás fora como coisa imunda, dizendo a cada uma delas: Fora daqui!

23Então, ele te dará chuva sobre a tua semente, com a qual semeares a terra, e também pão como produto da terra; e este será farto e nutritivo; naquele dia, o teu gado pastará em campos amplos.

24Os bois e os jumentos que lavram a terra comerão forragem alimpada que foi debulhada com a pá e separada com a forquilha.

25E haverá em todo monte alto e em toda colina elevada ribeiros e torrentes de água no dia da grande matança, quando as torres caírem.

26A luz da lua será como a luz do sol, e a luz do sol será sete vezes mais brilhante, como a luz de sete dias, no dia em que o SENHOR atar a ferida do seu povo e curar a chaga do golpe que ele infligiu.

27Eis que o nome do Senhor vem de longe, ardendo na sua ira, no meio de espessas nuvens; seus lábios estão cheios de indignação e sua língua é como um fogo devorador.

28E o seu assopro é como um ribeiro que transborda, chegando até o pescoço; para peneirar as nações com peneira de destruição; e um freio de erro estará nos queixos dos povos.

29Haverá um cântico entre vocês, como na noite em que se celebra a festa santa; e haverá alegria no coração, como aquele que sai ao som da flauta para subir ao monte do Senhor, à Rocha de Israel.

30E o Senhor fará ouvir a majestade da sua voz e mostrará o golpe do seu braço, que desce com indignação e ira, no meio de chamas devoradoras, chuvas torrenciais, tempestades e pedras de granizo.

31Porque com a voz do SENHOR a Assíria será apavorada quando ele a ferir com a vara.

32E será que, em todos os lugares onde o cetro firme passar, sobre aquele que o Senhor designar ali se ouvirão tambores e harpas; pois, com golpes sonoros, lutará contra eles.

33Porque já Tofete está preparada desde ontem e está pronta para o rei; o Senhor a fez profunda e ampla. Sua fogueira é de fogo e possui abundante lenha; o sopro do Senhor, como uma torrente de enxofre, a acenderá.

Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.

Feed Perfil
Entrar
Igrejas Carteirinha