“As cidades de Aroer ficarão desertas; servirão para os rebanhos, que se deitarão ali, sem que haja quem os espante.”
— Isaías 17:2 (Almeida Atualizada Livre)
1Eis que Damasco deixará de ser uma cidade e se tornará um montão de ruínas.
2As cidades de Aroer ficarão desertas; servirão para os rebanhos, que se deitarão ali, sem que haja quem os espante.
3E a fortaleza de Efraim se extinguirá, assim como o reino de Damasco e o restante da Síria; serão como a glória dos filhos de Israel, diz o SENHOR dos Exércitos.
4Naquele dia, a glória de Jacó será diminuída, e a gordura do seu corpo se reduzirá.
5Porque será como o ceifeiro que ajunta a colheita e, com seu braço, corta as espigas; e será também como aquele que recolhe espigas no vale dos Refains.
6Porém ainda restarão algumas azeitonas, como no sacudir do oliveiral, em que permanecem apenas duas ou três nas extremidades dos ramos mais altos, diz o Senhor Deus de Israel.
7Naquele dia, o homem se voltará para o seu Criador, e seus olhos se fixarão no Santo de Israel.
8E não prestará atenção aos altares, obra de suas mãos, nem se fixará no que seus dedos fizeram, nem nos postes-ídolos, nem nos altares de incenso.
9Naquele dia, as suas cidades fortes serão como as ruínas no bosque ou como os altos dos montes, que foram antes abandonados diante dos filhos de Israel, e haverá assolação.
10Porque você se esqueceu do Deus da sua salvação e não se lembrou da Rocha da sua fortaleza: por isso, você plantará plantas formosas e as cercará com mudas estrangeiras.
11No dia em que as plantares, farás com que cresçam e pela manhã farás florescer a tua semente; ainda assim será apenas um montão do que foi colhido no dia da tribulação e das dores incuráveis.
12Ah, o bramido dos grandes povos que bradam como bradam os mares, e o rugido das nações que rugem como rugem as águas impetuosas!
13As nações rugirão como as muitas águas, mas Ele as repreenderá, e elas fugirão para longe; serão afugentadas como a palha dos montes diante do vento e como o pó levado pelo tufão.
14E ao anoitecer, surge o pavor; antes que o dia amanheça, já não são mais. Este é o quinhão dos que nos despojam e a sorte dos que nos saqueiam.
Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.