Ezequiel 17:21

Almeida Atualizada Livre

E todos os seus fugitivos, com todas as suas tropas, cairão à espada, e os que restarem serão dispersos a todos os ventos; e vocês saberão que eu, o Senhor, o disse.

— Ezequiel 17:21 (Almeida Atualizada Livre)

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Contexto — Ezequiel 17

1Veio até mim a palavra do Senhor, dizendo:

2Filho do homem, propõe um enigma e usa uma parábola para a casa de Israel;

3Assim diz o Senhor Deus: Uma grande águia, de grandes asas, de plumagem longa, farta de penas de diversas cores, veio ao Líbano e levou a ponta de um cedro.

4E arrancou a extremidade mais alta dos seus ramos e a levou para uma terra de negociantes; na cidade de mercadores, a deixou.

5Plantou uma das mudas da terra em um campo fértil e, depois de tomá-la, a colocou junto às muitas águas como um salgueiro.

6E brotou e se tornou uma videira muito ampla, de pouca altura, e para a águia se voltaram seus ramos, porque suas raízes estavam debaixo dela; assim, se tornou em videira, produzindo ramos e lançando renovos.

7E havia também uma grande águia, com longas asas e coberta de penas; e a videira lançou suas raízes em direção a ela e estendeu seus ramos para que a regasse, desde a cova do seu plantio.

8Estava plantada em uma boa terra, à beira de muitas águas, para produzir ramos, dar frutos e ser uma videira excelente.

9Diga: Assim diz o Senhor Deus: Acaso, prosperará? Não arrancará a águia suas raízes e não cortará seu fruto, de modo que todas as folhas de seus brotos se sequem? Não será necessário nem um braço forte nem um grande número de pessoas para arrancá-la pelas raízes.

10Portanto, será que, estando plantada, ela prosperará? Se soprar um vento oriental, não se secará totalmente? Desde o local onde foi plantada, ela se secará.

11Veio até mim a palavra do Senhor, dizendo:

12Diga agora à casa rebelde: Não sabeis o que significam estas coisas? Diga: Eis que o rei da Babilônia veio a Jerusalém, tomou seu rei e seus príncipes, e os levou consigo para Babilônia.

13Tomou um da linhagem real e fez uma aliança com ele, trazendo-o a prestar um juramento; e levou consigo os poderosos da terra.

14Para que o reino ficasse humilhado e não se levantasse, mas, cumprindo a sua aliança, pudesse permanecer.

15Ele, porém, se rebelou contra o rei da Babilônia, enviando seus mensageiros ao Egito, para que lhe mandassem cavalos e muita gente. Acaso prosperará ou escapará quem faz tais coisas? Violará a aliança e ainda assim escapará?

16Vivo eu, diz o Senhor Deus, que ele morrerá no lugar em que habita o rei que o fez reinar, cujo juramento desprezou e cuja aliança violou; sim, com ele, no meio da Babilônia, morrerá.

17E Faraó, nem com um grande exército, nem com uma numerosa companhia, nada conseguirá ajudá-lo na guerra, erguendo barricadas e construindo fortificações, para aniquilar muitas vidas.

18Por desprezar o juramento e romper a aliança ao estender a mão, e após ter praticado todas essas coisas, não escapará.

19Assim diz o Senhor Deus: Tão certo como eu vivo! O juramento que desprezou e o pacto que quebrou, isso farei recair sobre a sua cabeça.

20Estenderei sobre ele a minha rede, e ficará preso no meu laço; e levá-lo-ei para a Babilônia, onde entrarei em juízo com ele por causa da rebeldia que praticou contra mim.

21E todos os seus fugitivos, com todas as suas tropas, cairão à espada, e os que restarem serão dispersos a todos os ventos; e vocês saberão que eu, o Senhor, o disse.

22Assim diz o Senhor Deus: Eu também tomarei a ponta de um cedro e a plantarei; do principal de seus ramos cortarei o renovo mais tenro e o plantarei sobre um monte alto e sublime.

23No monte alto de Israel, eu o plantarei, e ele produzirá ramos, dará frutos e se tornará um excelente cedro; debaixo dele, habitarão animais de toda sorte, e à sombra de seus ramos aves de várias espécies encontrarão abrigo.

24Assim saberão todas as árvores do campo que eu, o Senhor, abati a árvore alta, elevando a árvore baixa, sequei a árvore verde e fiz reverdecer a árvore seca; eu, o Senhor, falei e o farei.

Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.