Ester 8:13

Almeida Atualizada Livre

E a cópia da carta informava que uma ordem seria proclamada publicamente em todas as províncias, a todos os povos, para que os judeus se preparassem para aquele dia, a fim de se vingar de seus inimigos.

— Ester 8:13 (Almeida Atualizada Livre)

Facebook Ler o capítulo
Contexto — Ester 8

1Naquele mesmo dia, o rei Assuero deu à rainha Ester a casa de Hamã, inimigo dos judeus; e Mardoqueu apresentou-se diante do rei, porque Ester lhe havia contado que ele era seu parente.

2E o rei retirou seu anel, que havia dado a Hamã, e o deu a Mardoqueu. E Ester encarregou Mardoqueu de administrar a casa de Hamã.

3Ester falou novamente perante o rei, lançou-se aos seus pés, chorou e implorou que revogasse a maldade de Hamã, o agagita, e a trama que havia arquitetado contra os judeus.

4E o rei estendeu o cetro de ouro para Ester. Então, ela se levantou e ficou em pé diante do rei.

5E disse: Se parecer bem ao rei, e se eu achei graça diante dele, e se este negócio é reto aos seus olhos, e se eu lhe agrado, que se escreva para revogar os decretos de Hamã, filho de Hamedata, o agagita, que foram escritos para aniquilar os judeus que estão em todas as províncias do rei.

6Porque como poderei ver o mal que virá sobre o meu povo? E como poderei ver a destruição da minha parentela?

7Então, o rei Assuero disse à rainha Ester e ao judeu Mardoqueu: Eis que dei a Ester a casa de Hamã, e a ele penduraram numa forca, pois havia intentado matar os judeus.

8Escrevam, pois, aos judeus, o que acharem mais apropriado, em nome do rei, e selem-no com o anel do rei; porque os decretos escritos em nome do rei e selados com o anel do rei não podem ser revogados.

9Foram chamados, sem detença, os escribas do rei, no vigésimo terceiro dia do terceiro mês (que é o mês de Sivan), e conforme tudo o que Mardoqueu ordenou, foi redigido um edito dirigido aos judeus, aos sátrapas, aos governadores e aos príncipes das províncias que se estendem da Índia à Etiópia, somando cento e vinte e sete províncias, a cada uma no seu próprio modo de escrever, e a cada povo na sua própria língua; e também aos judeus segundo o seu próprio modo de escrever e a sua própria língua.

10Escreveu-se em nome do rei Assuero, e selou-se com o anel do rei; as cartas foram enviadas pelas mãos de mensageiros montados em cavalos preparados na coudelaria do rei.

11O rei concedeu aos judeus que habitavam em cada cidade o direito de se reunir e se preparar para defender suas vidas; podiam exterminar, matar e aniquilar toda e qualquer força armada que viesse contra eles, crianças e mulheres incluídas, e poderiam saqueá-los de seus bens.

12No mesmo dia, em todas as províncias do rei Assuero, no dia treze do duodécimo mês, que é o mês de Adar.

13E a cópia da carta informava que uma ordem seria proclamada publicamente em todas as províncias, a todos os povos, para que os judeus se preparassem para aquele dia, a fim de se vingar de seus inimigos.

14Os mensageiros montados em ginetes que serviam ao rei, partiram imediatamente, impulsionados pela ordem do rei; e o edito foi publicado na cidadela de Susã.

15Então Mardoqueu saiu da presença do rei com uma veste real azul-celeste e branca, uma grande coroa de ouro e um manto de linho fino e púrpura; e a cidade de Susã exultou e se alegrou.

16Para os judeus houve luz, alegria, regozijo e honra.

17E em toda a província e em toda cidade onde chegava a palavra do rei e a sua ordem, havia entre os judeus alegria e regozijo, banquetes e festas; e muitos dos povos da terra se tornaram judeus, pois o temor dos judeus havia se apoderado deles.

Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.