Cânticos dos Cânticos 2:16

Almeida Atualizada Livre

Meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios.

— Cânticos dos Cânticos 2:16 (Almeida Atualizada Livre)

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Contexto — Cânticos dos Cânticos 2

1Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.

2Como o lírio entre os espinhos, assim é a minha querida entre as donzelas.

3Como a macieira entre as árvores do bosque, assim é o meu amado entre os jovens; desejo intensamente a sua sombra, e sob ela me assento; seu fruto é doce ao meu paladar.

4Ele me levou à sala do banquete, e o seu estandarte sobre mim é o amor.

5Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, pois desfaleço de amor.

6A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita me abrace.

7Eu as conjuro, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o amor até que este queira.

8A voz do meu amado! Ei-lo aí, galgando os montes, saltando sobre os outeiros.

9Meu amado é semelhante ao cervo ou ao filho da gazela; eis que está atrás da nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grades.

10O meu amado fala e me diz: Levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem.

11Pois eis que o inverno já se foi, a chuva cessou e desapareceu.

12As flores surgem na terra, chegou o tempo em que as aves cantam e a voz da rola ressoa em nosso país.

13A figueira começou a produzir os seus figos, e as videiras em flor exalam seu perfume: levanta-te, minha amada, minha formosa, e vem.

14Pomba minha, que andas pelas fendas das rochas, no esconderijo das rochas íngremes, mostra-me o teu rosto, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e o teu rosto é amável.

15Apanhem as raposas, as raposinhas que devastam os vinhedos, pois as nossas vinhas estão em flor.

16Meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios.

17Até que o dia refresque e fujam as sombras, volta, meu amado, faze-te semelhante ao gamo ou ao filho das gazelas sobre os montes escabrosos

Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.

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