Apocalipse 9:7

Almeida Atualizada Livre

E o aspecto dos gafanhotos era semelhante ao de cavalos preparados para a guerra; e sobre as suas cabeças havia como que coroas que pareciam de ouro; e os seus rostos eram como rostos de homens.

— Apocalipse 9:7 (Almeida Atualizada Livre)

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Contexto — Apocalipse 9

1E o quinto anjo soou a trombeta, e vi uma estrela que havia caído do céu para a terra; e foi-lhe concedida a chave do abismo.

2E abriu o poço do abismo, e subiu fumaça dele como a fumaça de uma grande fornalha; e com a fumaceira que saiu do poço, escureceram-se o sol e o ar.

3E da fumaça saíram gafanhotos sobre a terra, e foi-lhes dado poder similar ao poder dos escorpiões da terra.

4E foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer planta, nem a árvore alguma mas apenas aos homens que não têm o selo de Deus em suas testas.

5E foi-lhes dado não que os matassem, mas que os atormentassem durante cinco meses; e o seu tormento era como o tormento do escorpião quando fere alguém.

6Naqueles dias, os homens buscarão a morte, mas não a encontrarão; terão um ardente desejo de morrer, e a morte fugirá deles.

7E o aspecto dos gafanhotos era semelhante ao de cavalos preparados para a guerra; e sobre as suas cabeças havia como que coroas que pareciam de ouro; e os seus rostos eram como rostos de homens.

8E tinham cabelos como os de mulheres e os seus dentes eram como os de leões.

9E tinham couraças, como couraças de ferro; e o barulho de suas asas era como o barulho de carros, quando muitos cavalos correm à peleja.

10E tinham caudas semelhantes às dos escorpiões, e ferrões; e nas suas caudas estava o seu poder para causar dano aos homens durante cinco meses.

11E sobre eles estava um rei, o anjo do abismo; em hebraico, seu nome é Abadom, e em grego, Apoliom.

12Já se foi o primeiro ai; eis que, depois disso, ainda vêm mais dois ais.

13E o sexto anjo tocou a trombeta, e ouvi uma voz que vinha dos quatro ângulos do altar de ouro, que se encontra na presença de Deus.

14Dizendo ao sexto anjo, que possui a trombeta: Libere os quatro anjos que estão atados junto ao grande rio Eufrates.

15Foram soltos os quatro anjos que se achavam preparados para a hora, o dia, o mês e o ano, para que matassem a terça parte dos homens.

16E o número dos exércitos dos cavaleiros era de vinte mil vezes dez milhares; e eu ouvi o seu número.

17E contemplei na visão os cavalos; e aqueles que cavalgavam sobre eles vestiam couraças de fogo, de jacinto e de enxofre; as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saíam fogo, fumaça e enxofre.

18Pela ação desses três flagelos, um terço da humanidade foi morta, pelo fogo, pela fumaça e pelo enxofre que saíam de suas bocas.

19Porque a força deles está na boca e nas caudas. As caudas assemelham-se a serpentes e têm cabeças, com as quais causam dano.

20E os restantes dos homens, que não foram mortos por essas pragas, não se arrependeram das obras de suas mãos, continuando a adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de madeira, que não podem ver, nem ouvir, nem andar.

21E não se arrependeram dos seus assassinatos nem das suas feitiçarias nem da sua prostituição nem dos seus roubos

Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.