Apocalipse 8:11

Almeida Atualizada Livre

E o nome da estrela era Absinto; e a terça parte das águas transformou-se em absinto, e muitos homens morreram por causa dessas águas, pois se tornaram amargas.

— Apocalipse 8:11 (Almeida Atualizada Livre)

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Contexto — Apocalipse 8

1E, quando o sétimo selo foi aberto, houve silêncio no céu por aproximadamente meia hora.

2E vi sete anjos que se encontravam diante de Deus, e lhes foram dadas sete trombetas.

3E apareceu outro anjo, que ficou de pé junto ao altar, com um incensário de ouro; e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo junto com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que está diante do trono.

4E o fumo do incenso subiu da mão do anjo à presença de Deus, juntamente com as orações dos santos.

5E o anjo tomou o incensário, encheu-o com o fogo do altar e o lançou sobre a terra; e houve vozes, trovões, relâmpagos e um terremoto.

6E os sete anjos que tinham as sete trombetas se prepararam para tocar.

7E o primeiro anjo tocou a trombeta, e houve saraiva e fogo misturado com sangue, que foram lançados sobre a terra; queimou-se a terça parte da terra, a terça parte das árvores, e também toda a erva verde foi consumida.

8E o segundo anjo tocou a trombeta; e algo semelhante a uma grande montanha ardendo em chamas foi atirado ao mar, e um terço do mar se tornou em sangue.

9E morreu um terço das criaturas que tinham vida, no mar, e um terço das embarcações foi destruído

10E o terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre um terço dos rios e sobre as fontes das águas uma grande estrela, ardendo como tocha.

11E o nome da estrela era Absinto; e a terça parte das águas transformou-se em absinto, e muitos homens morreram por causa dessas águas, pois se tornaram amargas.

12E o quarto anjo tocou a sua trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, da lua e das estrelas; para que a terça parte deles se escurecesse e a terça parte do dia não brilhasse, assim como a da noite.

13E olhei, e ouvi uma águia voando pelo meio do céu, dizendo em alta voz: Ai! Ai! Ai! aos que habitam na terra, por causa das vozes restantes das trombetas dos três anjos que ainda vão tocar.

Texto: Almeida Atualizada Livre — baseada na tradução de João Ferreira de Almeida de 1911 (domínio público), modernizada no projeto JFAAL. © Marcos Cristiano Alves Ferreira, licença CC BY 3.0 BR.