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Pedro Cesário
Em Deuteronômio 8, Moisés fala ao povo de Deus pouco antes de sua mor…
Em Deuteronômio 8, Moisés fala ao povo de Deus pouco antes de sua morte. Israel estava prestes a cruzar o Jordão e entrar na terra prometida pelo Senhor, chamada por Moisés de “boa terra”. Lemos: “Porque o Senhor, teu Deus, te faz entrar numa boa terra, terra de ribeiros de águas, de fontes, de mananciais profundos” (Dt 8:7).
Há aqui um contraste curioso. A boa terra não era uma terra sem desafios. Como sabemos, ela era habitada por diversos povos, alguns guerreiros e ferozes, e possuía cidades fortificadas, como Jericó, que logo apresentaria forte resistência à chegada do povo. Ainda assim, Deus a chama de boa terra.
Moisés descreve suas bênçãos: “terra de trigo e cevada, de vides, figueiras e romeiras; terra de oliveiras, de azeite e mel; terra em que comerás o pão sem escassez, e nada te faltará nela” (Dt 8:8-9). E conclui: “Comerás, e te fartarás, e louvarás o Senhor, teu Deus, pela boa terra que te deu” (Dt 8:10).
Qual era o propósito deste ensino? Creio que, primeiramente, gratidão. O povo deveria lembrar que foi o Senhor quem o conduziu até ali. A terra não era fruto apenas de conquista humana, mas dádiva da graça de Deus. Em segundo lugar, contentamento. Toda terra possui desafios, resistências e lutas. Não devemos ignorá-los, mas também não podemos permitir que eles escondam as boas dádivas do Senhor. Em terceiro lugar, ensino para o coração. Nosso coração é facilmente murmurador e inquieto. Por isso, precisa ser continuamente ensinado a reconhecer a bondade de Deus na terra que estamos.
Assim, pergunto a você: qual é a sua boa terra? Talvez seja a cidade onde você mora, a sua casa ou condomínio, o lugar de trabalho ou estudo, a igreja, a família, o ministério ou a estação da sua vida. Olhe para essa terra com olhos de fé e contentamento. Sim, há desafios. Não devemos ignora-los. Talvez haja muralhas, conflitos, cansaços e resistências. Mas também há graça, provisão, cuidado, beleza e oportunidades.
Portanto, olhe novamente para a terra onde
Há aqui um contraste curioso. A boa terra não era uma terra sem desafios. Como sabemos, ela era habitada por diversos povos, alguns guerreiros e ferozes, e possuía cidades fortificadas, como Jericó, que logo apresentaria forte resistência à chegada do povo. Ainda assim, Deus a chama de boa terra.
Moisés descreve suas bênçãos: “terra de trigo e cevada, de vides, figueiras e romeiras; terra de oliveiras, de azeite e mel; terra em que comerás o pão sem escassez, e nada te faltará nela” (Dt 8:8-9). E conclui: “Comerás, e te fartarás, e louvarás o Senhor, teu Deus, pela boa terra que te deu” (Dt 8:10).
Qual era o propósito deste ensino? Creio que, primeiramente, gratidão. O povo deveria lembrar que foi o Senhor quem o conduziu até ali. A terra não era fruto apenas de conquista humana, mas dádiva da graça de Deus. Em segundo lugar, contentamento. Toda terra possui desafios, resistências e lutas. Não devemos ignorá-los, mas também não podemos permitir que eles escondam as boas dádivas do Senhor. Em terceiro lugar, ensino para o coração. Nosso coração é facilmente murmurador e inquieto. Por isso, precisa ser continuamente ensinado a reconhecer a bondade de Deus na terra que estamos.
Assim, pergunto a você: qual é a sua boa terra? Talvez seja a cidade onde você mora, a sua casa ou condomínio, o lugar de trabalho ou estudo, a igreja, a família, o ministério ou a estação da sua vida. Olhe para essa terra com olhos de fé e contentamento. Sim, há desafios. Não devemos ignora-los. Talvez haja muralhas, conflitos, cansaços e resistências. Mas também há graça, provisão, cuidado, beleza e oportunidades.
Portanto, olhe novamente para a terra onde
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