📖 Bíblia Online

🌿 Vivendo pela Fé – Dia 71

Salmos 56:3 – Quando eu estiver com medo, confiarei em ti.

Nos momentos de medo, confie no Senhor!

Gênesis 8 (NVI)

1. Então Deus lembrou-se de Noé e de todos os animais selvagens e rebanhos domésticos que estavam com ele na arca, e enviou então um vento sobre a terra, e as águas começaram a baixar.
2. As fontes das profundezas e as comportas do céu se fecharam, e a chuva parou.
3. As águas foram baixando pouco a pouco sobre a terra. Ao fim de cento e cinqüenta dias, as águas tinham diminuído,
4. e, no décimo sétimo dia do sétimo mês, a arca pousou nas montanhas de Ararate.
5. As águas continuaram a baixar até o décimo mês, e no primeiro dia do décimo mês apareceram os topos das montanhas.
6. Passados quarenta dias, Noé abriu a janela que fizera na arca.
7. Esperando que a terra já tivesse aparecido, Noé soltou um corvo, mas este ficou dando voltas.
8. Depois soltou uma pomba para ver se as águas tinham diminuído na superfície da terra.
9. Mas a pomba não encontrou lugar onde pousar os pés porque as águas ainda cobriam toda a superfície da terra e, por isso, voltou para a arca, a Noé. Ele estendeu a mão para fora, apanhou a pomba e a trouxe de volta para dentro da arca.
10. Noé esperou mais sete dias e soltou novamente a pomba.
11. Ao entardecer, quando a pomba voltou, trouxe em seu bico uma folha nova de oliveira. Noé então ficou sabendo que as águas tinham diminuído sobre a terra.
12. Esperou ainda outros sete dias e de novo soltou a pomba, mas desta vez ela não voltou.
13. No primeiro dia do primeiro mês do ano seiscentos e um da vida de Noé, secaram-se as águas na terra. Noé então removeu o teto da arca e viu que a superfície da terra estava seca.
14. No vigésimo sétimo dia do segundo mês, a terra estava completamente seca.
15. Então Deus disse a Noé:
16. "Saia da arca, você e sua mulher, seus filhos e as mulheres deles.
17. Faça que saiam também todos os animais que estão com você: as aves, os animais grandes e os animais pequenos que se movem rente ao chão. Faça-os sair para que se espalhem pela terra, sejam férteis e se multipliquem".
18. Então Noé saiu da arca com sua mulher e seus filhos e as mulheres deles,
19. e com todos os animais grandes, todos os animais pequenos que se movem rente ao chão e todas as aves. Tudo o que se move sobre a terra saiu da arca, uma espécie após outra.
20. Depois Noé construiu um altar dedicado ao Senhor e, tomando alguns animais e aves puros, ofereceu-os como holocausto, queimando-os sobre o altar.
21. O Senhor sentiu o aroma agradável e disse a si mesmo: "Nunca mais amaldiçoarei a terra por causa do homem, pois o seu coração é inteiramente inclinado para o mal desde a infância. E nunca mais destruirei todos os seres vivos como fiz desta vez.
22. "Enquanto durar a terra, plantio e colheita, frio e calor, verão e inverno, dia e noite jamais cessarão".
1. O Senhor falou a Moisés: "Vá ao faraó e diga-lhe que assim diz o Senhor: Deixe o meu povo ir para que me preste culto.
2. Se você não quiser deixá-lo ir, mandarei sobre todo o seu território uma praga de rãs.
3. O Nilo ficará infestado de rãs. Elas subirão e entrarão em seu palácio, em seu quarto, e até em sua cama; estarão também nas casas dos seus conselheiros e do seu povo, dentro dos seus fornos e nas suas amassadeiras.
4. As rãs subirão em você, em seus conselheiros e em seu povo".
5. Depois o Senhor disse a Moisés: "Diga a Arão que estenda a mão com a vara sobre os rios, sobre os canais e sobre os açudes, e faça subir deles rãs sobre a terra do Egito".
6. Assim Arão estendeu a mão sobre as águas do Egito, e as rãs subiram e cobriram a terra do Egito.
7. Mas os magos fizeram a mesma coisa por meio das suas ciências ocultas: fizeram subir rãs sobre a terra do Egito.
8. O faraó mandou chamar Moisés e Arão e disse: "Orem ao Senhor para que ele tire estas rãs de mim e do meu povo; então deixarei o povo ir e oferecer sacrifícios ao Senhor".
9. Moisés disse ao faraó: "Tua é a honra de dizer-me quando devo orar por ti, por teus conselheiros e por teu povo para que tu e tuas casas fiquem livres das rãs e sobrem apenas as que estão no rio".
10. "Amanhã", disse o faraó. Moisés respondeu: "Será como tu dizes, para que saibas que não há ninguém como o Senhor nosso Deus.
11. As rãs deixarão a ti, às tuas casas, a teus conselheiros e a teu povo; sobrarão apenas as que estão no rio".
12. Depois que Moisés e Arão saíram da presença do faraó, Moisés clamou ao Senhor por causa das rãs que enviara sobre o faraó.
13. E o Senhor atendeu o pedido de Moisés; morreram as rãs que estavam nas casas, nos pátios e nos campos.
14. Foram ajuntadas em montões e, por isso, a terra cheirou mal.
15. Mas quando o faraó percebeu que houve alívio, obstinou-se em seu coração e não deu mais ouvidos a Moisés e a Arão, conforme o Senhor tinha dito.
16. Então o Senhor disse a Moisés: "Diga a Arão que estenda a sua vara e fira o pó da terra, e o pó se transformará em piolhos por toda a terra do Egito".
17. Assim fizeram, e quando Arão estendeu a mão e com a vara feriu o pó da terra, surgiram piolhos nos homens e nos animais. Todo o pó de toda a terra do Egito transformou-se em piolhos.
18. Mas, quando os magos tentaram fazer surgir piolhos por meio das suas ciências ocultas, não conseguiram. E os piolhos infestavam os homens e os animais.
19. Os magos disseram ao faraó: "Isso é o dedo de Deus". Mas o coração do faraó permaneceu endurecido, e ele não quis ouvi-los, conforme o Senhor tinha dito.
20. Depois o Senhor disse a Moisés: "Levante-se bem cedo e apresente-se ao faraó, quando ele estiver indo às águas. Diga-lhe que assim diz o Senhor: Deixe o meu povo ir para que me preste culto.
21. Se você não deixar meu povo ir, enviarei enxames de moscas para atacar você, os seus conselheiros, o seu povo e as suas casas. As casas dos egípcios, bem como o chão em que pisam, se encherão de moscas.
22. "Mas naquele dia tratarei de maneira diferente a terra de Gósen, onde habita o meu povo; nenhum enxame de moscas se achará ali, para que você saiba que eu, o Senhor, estou nesta terra.
23. Farei distinção entre o meu povo e o seu. Este sinal miraculoso acontecerá amanhã".
24. E assim fez o Senhor. Grandes enxames de moscas invadiram o palácio do faraó e as casas de seus conselheiros, e em todo o Egito a terra foi arruinada pelas moscas.
25. Então o faraó mandou chamar Moisés e Arão e disse: "Vão oferecer sacrifícios ao seu Deus, mas não saiam do país".
26. "Isso não seria sensato", respondeu Moisés; "os sacrifícios que oferecemos ao nosso Deus são um sacrilégio para os egípcios. Se oferecermos sacrifícios que lhes pareçam sacrilégio, isso não os levará a nos apedrejar?
27. Faremos três dias de viagem no deserto, e ofereceremos sacrifícios ao Senhor nosso Deus, como ele nos ordena. "
28. Disse o faraó: "Eu os deixarei ir e oferecer sacrifícios ao Senhor seu Deus no deserto, mas não se afastem muito e orem por mim também".
29. Moisés respondeu: "Assim que sair da tua presença, orarei ao Senhor, e amanhã os enxames de moscas deixarão o faraó, teus conselheiros e teu povo. Que somente o faraó não volte a agir com falsidade, impedindo que o povo vá oferecer sacrifícios ao Senhor".
30. Então Moisés saiu da presença do faraó e orou ao Senhor,
31. e o Senhor atendeu o seu pedido: as moscas deixaram o faraó, seus conselheiros e seu povo; não restou uma só mosca.
32. Mas também dessa vez o faraó obstinou-se em seu coração e não deixou que o povo saísse.
Próximo »