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🌿 Vivendo pela Fé – Dia 72

Habacuque 2:4 – O justo viverá pela fé.

Que sua vida seja guiada pela fé em Deus!

Gênesis 21 (NVI)

1. O Senhor foi bondoso com Sara, como lhe dissera, e fez por ela o que prometera.
2. Sara engravidou e deu um filho a Abraão em sua velhice, na época fixada por Deus em sua promessa.
3. Abraão deu o nome de Isaque ao filho que Sara lhe dera.
4. Quando seu filho Isaque tinha oito dias de vida, Abraão o circuncidou, conforme Deus lhe havia ordenado.
5. Estava ele com cem anos de idade quando lhe nasceu Isaque, seu filho.
6. E Sara disse: "Deus me encheu de riso, e todos os que souberem disso rirão comigo".
7. E acrescentou: "Quem diria a Abraão que Sara amamentaria filhos? Contudo eu lhe dei um filho em sua velhice! "
8. O menino cresceu e foi desmamado. No dia em que Isaque foi desmamado, Abraão deu uma grande festa.
9. Sara, porém, viu que o filho que Hagar, a egípcia, dera a Abraão estava rindo de Isaque,
10. e disse a Abraão: "Livre-se daquela escrava e do seu filho, porque ele jamais será herdeiro com o meu filho Isaque".
11. Isso perturbou demais Abraão, pois envolvia um filho seu.
12. Mas Deus lhe disse: "Não se perturbe por causa do menino e da escrava. Atenda a tudo o que Sara lhe pedir, porque será por meio de Isaque que a sua descendência há de ser considerada.
13. Mas também do filho da escrava farei um povo; afinal ele é seu descendente".
14. Na manhã seguinte, Abraão pegou alguns pães e uma vasilha de couro cheia d’água, entregou-os a Hagar e, tendo-os colocado nos ombros dela, despediu-a com o menino. Ela se pôs a caminho e ficou vagando pelo deserto de Berseba.
15. Quando acabou a água da vasilha, ela deixou o menino debaixo de um arbusto
16. e foi sentar-se perto dali, à distância de um tiro de flecha, porque pensou: "Não posso ver o menino morrer". Sentada ali perto, começou a chorar.
17. Deus ouviu o choro do menino, e o anjo de Deus, do céu, chamou Hagar e lhe disse: "O que a aflige, Hagar? Não tenha medo; Deus ouviu o menino chorar, lá onde você o deixou.
18. Levante o menino e tome-o pela mão, porque dele farei um grande povo".
19. Então Deus lhe abriu os olhos, e ela viu uma fonte. Foi até lá, encheu de água a vasilha e deu de beber ao menino.
20. Deus estava com o menino. Ele cresceu, viveu no deserto e tornou-se flecheiro.
21. Vivia no deserto de Parã, e sua mãe conseguiu-lhe uma mulher da terra do Egito.
22. Naquela ocasião, Abimeleque, acompanhado de Ficol, comandante do seu exército, disse a Abraão: "Deus está contigo em tudo o que fazes.
23. Agora, jura-me, diante de Deus, que não vais enganar-me, nem a mim nem a meus filhos e descendentes. Trata a nação que te acolheu como estrangeiro com a mesma bondade com que te tratei".
24. Respondeu Abraão: "Eu juro! "
25. Todavia Abraão reclamou com Abimeleque a respeito de um poço que os servos de Abimeleque lhe tinham tomado à força.
26. Mas Abimeleque lhe respondeu: "Não sei quem fez isso. Nunca me disseste nada, e só fiquei sabendo disso hoje".
27. Então Abraão trouxe ovelhas e bois, deu-os a Abimeleque, e os dois firmaram um acordo.
28. Abraão separou sete ovelhas do rebanho,
29. pelo que Abimeleque lhe perguntou: "Que significam estas sete ovelhas que separaste das demais? "
30. Ele respondeu: "Aceita estas sete ovelhas de minhas mãos como testemunho de que eu cavei este poço".
31. Por isso aquele lugar foi chamado Berseba, porque ali os dois fizeram um juramento.
32. Firmado esse acordo em Berseba, Abimeleque e Ficol, comandante das suas tropas, voltaram para a terra dos filisteus.
33. Abraão, por sua vez, plantou uma tamargueira em Berseba e ali invocou o nome do Senhor, o Deus Eterno.
34. E morou Abraão na terra dos filisteus por longo tempo.
1. "São estas as leis que você proclamará ao povo:
2. "Se você comprar um escravo hebreu, ele o servirá por seis anos. Mas no sétimo ano será liberto, sem precisar pagar nada.
3. Se chegou solteiro, solteiro receberá liberdade; mas se chegou casado, sua mulher irá com ele.
4. Se o seu senhor lhe tiver dado uma mulher, e esta lhe tiver dado filhos ou filhas, a mulher e os filhos pertencerão ao senhor; somente o homem sairá livre.
5. "Se, porém, o escravo declarar: ‘Eu amo o meu senhor, a minha mulher e os meus filhos, e não quero sair livre’,
6. o seu senhor o levará perante os juízes. Terá que levá-lo à porta ou à lateral da porta e furar a sua orelha. Assim, ele será seu escravo por toda a vida.
7. "Se um homem vender sua filha como escrava, ela não será liberta como os escravos homens.
8. Se ela não agradar ao seu senhor que a escolheu, ele deverá permitir que ela seja resgatada. Não poderá vendê-la a estrangeiros, pois isso seria deslealdade para com ela.
9. Se o seu senhor a escolher para seu filho, lhe dará os direitos de uma filha.
10. Se o senhor tomar uma segunda mulher, não poderá privar a primeira de alimento, de roupas e dos direitos conjugais.
11. Se não lhe garantir essas três coisas, ela poderá ir embora sem precisar pagar nada.
12. "Quem ferir um homem, vindo a matá-lo, terá que ser executado.
13. Todavia, se não o fez intencionalmente, mas Deus o permitiu, designei um lugar para onde poderá fugir.
14. Mas se alguém tiver planejado matar outro deliberadamente, tire-o até mesmo do meu altar e mate-o.
15. "Quem agredir o próprio pai ou a própria mãe terá que ser executado.
16. "Aquele que seqüestrar alguém e vendê-lo ou for apanhado com ele em seu poder, terá que ser executado.
17. "Quem amaldiçoar seu pai ou sua mãe terá que ser executado.
18. "Se dois homens brigarem e um deles ferir o outro com uma pedra ou com o punho e o outro não morrer, mas cair de cama,
19. aquele que o feriu será absolvido, se o outro se levantar e caminhar com o auxílio de uma bengala; todavia ele terá que indenizar o homem ferido pelo tempo que este perdeu e responsabilizar-se por sua completa recuperação.
20. "Se alguém ferir seu escravo ou escrava com um pedaço de pau, e como resultado o escravo morrer, será punido;
21. mas se o escravo sobreviver um ou dois dias, não será punido, visto que é sua propriedade.
22. "Se homens brigarem e ferirem uma mulher grávida, e ela der à luz prematuramente, não havendo, porém, nenhum dano sério, o ofensor pagará a indenização que o marido daquela mulher exigir, conforme a determinação dos juízes.
23. Mas, se houver danos graves, a pena será vida por vida,
24. olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé,
25. queimadura por queimadura, ferida por ferida, contusão por contusão.
26. "Se alguém ferir o seu escravo ou sua escrava no olho e o cegar, terá que libertar o escravo como compensação pelo olho.
27. Se quebrar um dente de um escravo ou de uma escrava, terá que libertar o escravo como compensação pelo dente.
28. "Se um boi chifrar um homem ou uma mulher, causando-lhe a morte, o boi terá que ser apedrejado até a morte, e a sua carne não poderá ser comida. Mas o dono do boi será absolvido.
29. Se, todavia, o boi costumava chifrar e o dono, ainda que alertado, não o manteve preso, e o boi matar um homem ou uma mulher, o boi será apedrejado e o dono também terá que ser morto.
30. Caso, porém, lhe pedirem um pagamento, poderá resgatar a sua vida pagando o que for exigido.
31. Esta sentença também se aplica no caso de um boi chifrar um menino ou uma menina.
32. Se o boi chifrar um escravo ou escrava, o dono do animal terá que pagar trezentos e sessenta gramas de prata ao dono do escravo, e o boi será apedrejado.
33. "Se alguém abrir ou deixar aberta uma cisterna, não tendo o cuidado de tampá-la, e um jumento ou um boi nela cair,
34. o dono da cisterna terá que pagar o prejuízo indenizando o dono do animal, e ficará com o animal morto.
35. "Se o boi de alguém ferir o boi de outro e o matar, venderão o boi vivo e o dividirão em partes iguais, tanto o valor como o animal morto.
36. Contudo, se o boi costumava chifrar, e o dono não o manteve preso, este terá que pagar boi por boi, e ficará com o que morreu. "
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